terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FGV vai criar rede de empresas sustentáveis



Programa de incentivo a projetos sustentáveis vai mapear pequenas empresas fornecedoras de tecnologias e serviços que possam ajudar grandes corporações a tornar seus processos de produção menos agressivos ao meio ambiente. O programa Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor, resultado de uma parceria entre Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) e Citi, vai montar uma rede para estreitar as relações entre essas organizações.

objetivo é criar um banco de dados on-line em que grandes empresas possam consultar projetos de pequenos e médios empreendedores que já foram colocados em prática e possam tornar seus processos de produção mais sustentáveis. A partir dessa plataforma, corporações que já têm preocupação com o meio ambiente e querem reduzir o impacto ambiental de suas etapas produtivas poderão procurar e contratar o produto, serviço ou tecnologia mais adequado às suas necessidades. Para as pequenas e médias empresas, a vantagem é a visibilidade frente às grandes empresas, ampliando suas redes de negócios e possibilitando que seus serviços sejam oferecidos mais facilmente para grandes corporações.

O programa valoriza empreendedores que buscam diferenciação no mercado de produtos e serviços investindo em tecnologias que utilizam matérias primas renováveis, economizam recursos, aumentam a eficiência dos mesmos e reduzem custos e riscos. "A intenção é ajudar pequenas e médias empresas a se relacionar com as grandes, se inserindo no processo produtivo delas", explica Marco Monzoni, coordenador do GVces. Ele diz que atualmente não basta fazer um produto final ambientalmente correto, é necessário estender esse conceito para toda a cadeia de produção.

Pequenas e médias empresas terão de março a julho do ano que vem para se inscrever no programa Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Vlor. Elas passarão por uma avaliação do GVces e as selecionadas farão parte do banco de dados. Segundo Monzoni, o programa vai trabalhar apenas com projetos que sejam considerados inovadores, sustentáveis e que já tenham sido colocados em prática. Mais informações no site: http://www.inovacaonacadeiadevalor.com.br/

Fonte: Sabrina Bevilacqua | Terra

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

MedTub: compartilhando conhecimento médico

MedTube é um diretório médico multimídia online para profissionais da saúde do mundo todo. O projeto começou em 2009 por dois cirurgiões visionários, que tiveram a idéia para o site com base em suas próprias experiências médicas, sendo lançado em julho de 2011.

Constitui-se no maior catálogo online do mundo com conteúdo de alta qualidade sobre prática médica. Os materiais são fornecidos por médicos, sociedades e clínicas médicas de todo o mundo que querem dividir conhecimento. Antes de sua disponibilização, todo o material enviado é revisado e precisa ser aceito pela equipe editorial que é formada por médicos com conhecimento profundo em todas as especialidades. Materiais controversos ou sem valor educacional claro não são publicados.


O site contém vídeos médicos-cirúrgicos, fotografias de casos, animações, entrevistas, apresentações, palestras acadêmicas, relatórios e outros materiais em todas as áreas da Medicina. O site também funciona como difusor de eventos ao vivo relacionados à cirurgia em âmbito mundial. A comunidade médica global pode usar os recursos do MedTube e se beneficiar da rede profissional trocando idéias e conhecimento para seu aprimoramento profissional.



Todo o seu conteúdo está disponível sem limitações e gratuitamente. Para o acesso a alguns grupos de materiais é requerido apenas um registro prévio. Também não são cobradas taxas para demonstração pública do seu conteúdo


O site ainda publica o The Tribune – um boletim profissional online com artigos, casos e notícias. 

Fonte: Pesquisa Mund

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Novo portal do MDA está no ar



Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) lançou nesta segunda-feira (5) novo portal na internet. Mais acessível e prático, o novo formato tem aparência moderna cujo objetivo é proporcionar maior interação e permitir ao usuário encontrar, com rapidez, as informações desejadas. Com aproximadamente 800 mil acessos por mês, o portal do MDA foi remodelado e desenvolvido com o uso da Plataforma OpenACS, ou seja, por um software livre de código aberto.


As informações veiculadas no portal poderão ainda ser copiadas, distribuídas e transmitidas, sem finalidade comercial, por qualquer pessoa porque o MDA usa uma das licenças no padrão Creative Commons. Esse mecanismo permite também ao leitor criar obras derivadas com o conteúdo publicado no portal


Na parte superior do site é possível acessar as principais seções do portal. A partir de agora os programas do ministério serão apresentados em uma barra dinâmica que oferece melhor visualização das cerca de 200 mil páginas do portal.


Para facilitar o acesso às informações, as notícias ganharam um novo projeto gráfico e a busca de notícias por estado foi mantida no portal. As atualizações das redes sociais do MDA poderão ser acompanhadas em tempo real na página principal. Será possível também visualizar o conteúdo de outros sites de notícias e blogs sobre a agricultura familiar, projetos e programas do ministério.
O portal ganhou uma nova área multimídia na qual a galeria de imagens e o material produzido pela rádio e pela TV MDA vão ficar disponíveis para baixar e para compartilhar informações nas redes sociais.


Outra novidade é a barra de serviços na parte inferior da página, com notícias em tempo real, acesso rápido a outras seções do site e aos canais oficiais do ministério no Twitter, Facebook, YouTube e Flirck, o que deixou o portal mais dinâmico. O público tamém poderá se cadastrar para receber informações sobre o ministério.


Para facilitar o acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais e cumprir determinação da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, foram implantados itens de acessibilidade digital e, em pouco tempo, o site ficará totalmente disponível para esse segmento social.


O técnico responsável pelo projeto, Breno Assunção, afirma que “o site foi construído com base na acessibilidade e na praticidade para os usuários”. Segundo Assunção, o novo portal foi feito para ter uma navegação agradável, interativa e prática, de modo que as informações sejam encontradas com facilidade e atenda melhor o diversificado público que acessa o sítio do MDA. “O público do MDA foi o foco do trabalho que atende desde o pequeno agricultor até grandes empresários, com o objetivo de mostrar toda a produção feita pelo ministério”, concluiu.


Fonte: Jornal Dia Dia

terça-feira, 22 de novembro de 2011

UNESCO lança portal sobre Acesso Aberto



A UNESCO lançou um portal, o Global Open Acess Portal (GOAP), para dar a conhecer aos seus membros o atual estado de desenvolvimento de políticas e de iniciativa de acesso aberto a dados científicos. 


O projeto tem como fundadores os governos da Colômbia, da Dinamarca e da Noruega e ainda do Departamento de Estado dos EUA. 


Para além de dar a conhecer o que está a ser feito neste domínio nos países que estão mais avançados, o GOAP tem também a função de informar os restantes países sobre as oportunidades e as barreiras que se colocam à disponibilização de dados de forma aberta. 


No GOAP é possível aceder a vários projetos em curso, em várias áreas da ciência e da educação e da responsabilidade de instituições de vários países, da Europa à Ásia, de África às Américas.


Fonte: iGov Central

Banco de dados reunirá informações de todos os tribunais

Na abertura dos trabalhos do V Encontro Nacional do Judiciário, nesta sexta-feira (17/11), o secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fernando Marcondes, destacou a importância do trabalho com os tribunais no aperfeiçoamento do Judiciário brasileiro. “Nestes seis anos, o CNJ tem enfrentado com dificuldade as demandas da sociedade. E esses desafios têm sido vencidos com a ajuda dos senhores (presidentes dos tribunais). Sem a colaboração e o esforço conjunto as metas estabelecidas não seriam possíveis de serem alcançadas, mas a população exige mais”.


O secretário-geral anunciou que o CNJ está trabalhando na criação de “um grande banco de dados” com informações de todos os tribunais. Essa nova ferramenta servirá para conferir mais transparência e vai divulgar para a população o trabalho dos tribunais e as suas dificuldades. “O CNJ reconhece o esforço dos tribunais para aperfeiçoar seus serviços e a precariedade material e orçamentária com a qual os tribunais convivem”, disse Fernando Marcondes, acrescentando que o trabalho do CNJ é apoiar as cortes.


Para demonstrar a parceria do CNJ com os juízes, o secretário-geral afirmou: “A magistratura não se faz de pequenos homens, se faz com homens de dignidade, caráter e esforço, e, por isso, a magistratura é grande.


Patrícia Costa | Agência CNJ de Notícias

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Science Research - Buscador acadêmico



Mantido pela empresa Deep Web, o ScienceResearch.com é um buscador da web profunda, à disposição do público, que utiliza avançada "tecnologia de busca federada" (pesquisa abrangente em vários bancos de dados em tempo real) para retornar resultados de alta qualidade através da apresentação de sua pesquisa - em tempo real - para outros motores de busca respeitados. 

Ela oferece aos pesquisadores acesso rápido a informações de uma multiplicidade de coleções de credibilidade, são mais de 300 coleções em ciência e tecnologia.

Categorias principais das coleções:

- Astronomia e Espaço
- Biologia e Natureza
- Ciência dos Materiais
- Ciências Agrárias
- Computadores e Tecnologia
- Energia
- Física
- Fontes multidisciplinares
- Química
- Matemática
- Saúde e Medicina
- Tecnologias de defesa
- Terra e Ciências Ambientais

scienceresearch.com


Fonte:  Pesquisa Mundi

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Universidade Alberto Hurtado lança biblioteca digital especializada em educação



Contendo a história da educação no Chile nos últimos 50 anos desde a Reforma da educação


Um catálogo de 850 textos on-line faz parte da nova biblioteca digital recentemente desenvolvida pelo Centro de Investigación y Desarrollo de la Educación (CIDE), da Universidade Alberto Hurtado.

www.cide.cl/biblioteca.php 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Acervo Digital Paulo Freire



O Centro de Referência Paulo Freire (CRPF) acolhe, desde 1997, a biblioteca pessoal de Paulo Freire e outros materiais de seu acervo. São cerca de sete mil volumes impressos, além de fotos, vídeos, documentários, e inúmeros objetos pessoais do educador.
Para dar maior acesso ao público, o Instituto Paulo Freire, por meio do CRPF conta, atualmente com o Projeto Paulo Freire Memória e Presença – Preservação e democratização do acesso ao patrimônio cultural brasileiro tem como objetivo preservar os materiais existentes, garantir e democratizar acesso qualificado à obra e ao legado do educador Paulo Freire, inclusive aos portadores de deficiência visual.
O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Contemplado em processo de seleção pública no Programa Petrobras Cultural (PPC), edição de 2010, concretiza este e outros sonhos de Paulo Freire e da comunidade freiriana nacional e internacional.
Para saber mais sobre o projeto, clique AQUI!
Para conhecer o acervo digital, clique AQUI!


Fonte: Paulo Freire 90 anos

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Banco de imagens sobre biologia marinha




Centro de Biologia Marinha da USP lança site com milhares de imagens de organismos oceânicos


Agência FAPESP – O Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da Universidade de São Paulo (USP) lançou o Cifonauta – um banco com mais de 11 mil imagens, 260 vídeos e panorâmicas e seleção de fotos sobre temas de interesse de biólogos e pesquisadores que estudam o meio ambiente marinho e do público, em geral.


De acordo com a USP, o objetivo do projeto, criado pelos pesquisadores Álvaro Esteves Migotto e Bruno Vellutini, é compartilhar informações científicas e divulgar a biodiversidade marinha por meio de imagens.


O processo de montagem do banco de imagens durou cerca de dois anos, entre o início das programações e as fases de teste em sistema fechado. O conteúdo apresenta referências bibliográficas, com uma ficha técnica do organismo contendo seu tamanho, local de origem e nome científico, por exemplo.


A estrutura de buscas se dá por meio de diversos marcadores ou pela classificação taxonômica – divisão por reino, filo, classe, até chegar à espécie desejada.


O conteúdo do banco está sob a licença de uso Creative Commons, que permite a divulgação do conteúdo desde que dados os devidos créditos do trabalho e que seja utilizado para fins não comerciais, sem necessidade de pedir autorização para isso.


As fotos veiculadas no banco de imagens são feitas com diversas técnicas. Normalmente câmeras digitais são acopladas em microscópios ópticos ou eletrônicos, dependendo do organismo fotografado, podendo ser aumentada a resolução em até mil vezes.


Outra técnica, pouco utilizada por ter um custo bastante elevado, consiste no uso de um microscópio eletrônico de varredura (MEV), utilizando-se de um feixe de elétrons para realizar a fotografia, por meio de um processo altamente sofisticado.


“Temos uma costa oceânica imensa e conhecemos muito pouco sobre ela. É neste sentido que as imagens são bons instrumentos de divulgação para a biologia marinha, pois despertam a curiosidade e a reflexão sobre a enorme diversidade dos oceanos”, disse Vellutini.


Mais informações: http://cifonauta.cebimar.usp.br .

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Indígenas universitários lançam portal sobre a história dos índios no Brasil


Com o objetivo de auxiliar professores e alunos no estudo da História e das Culturas Indígenas no Brasil, um grupo de seis índios universitários lançou na última quarta-feira, dia 12 de outubro, o site “ÍndioEduca”. A proposta conta com o apoio da ONG Thydêwá e faz parte do Plano de Ação Conjunto Brasil – Estados Unidos para a Promoção da Igualdade Racial e Ética (Japer).


Através de textos e conteúdos multimídias, os estudantes Alex Macuxi e Sabrynna Taurepang (Roraima), Amaré Krahô-Kanela(Tocantis), Aracy Tupinambá (Rio de Janeiro), Marina Terena e Micheli Kaiowa(Mato Grosso do Sul), irão dialogar com os visitantes sobre as seguintes temáticas: “O que é ser índio hoje?”, “Índio come gente?”, ”Índio mora emOca?”, ”Índio anda nu?” e “Mitos e Verdades”.

Relembrando o dia 12 de outubro de 1492, quandoCristovão Colombo pisou na América e iniciou os processos de invasão e genocídio, os estudantes decidiram inaugurar o site, no último dia 12, buscando alertar as pessoas, principalmente as crianças, para as diversas realidades que os povos indígenas vivem na sociedade.

Os interessados podem conhecer o site através doendereço: www.indioeduca.org 

Fonte: Correio do Brasil

Biblioteca em casa: Google lança sua “estante virtual de livros”


Publicado em AdNews

Ir à biblioteca sem sair de casa é a nova proposta do Google. A WebGL Bookcase permite que o internauta, através do Chrome, tenha acesso a uma estante cheia de obras literárias, navegue pelas prateleiras e leia os livros em versão digital.
“A interface digital deve estar familiarizada o suficiente para ser intuitiva e, ao mesmo tempo, aproveitar a falta de restrições em um espaço virtual. Neste caso, imaginamos algo que se parece com as prateleiras em sua sala de estar, e que também é capaz de mostrar um grande número de títulos disponíveis on-line, muito mais do que se encaixa em uma prateleira tradicional. Com isto em mente, nós projetamos uma estante digital que é uma ‘espiral 3D infinita’. Você pode girá-la para os lados e para cima e para baixo com seu mouse. Que detém os modelos 3D de mais de 10.000 títulos de livros do Google”, disse a companhia no blog oficial.
Os títulos são organizados em 28 temas. Para escolher um, é necessário clicar no botão “assunto” no topo da tela durante a exibição da estante.

Popout

SciPort para acesso online a projetos da saúde

Quem pretender conhecer os projetos de investigação em curso na área da saúde em Portugal já tem disponível uma base de dados para acesso a essa informação.


SciPort (Saúde em Portugal: Banco de Dados de Ciência e Tecnologia de Recursos), assim se chama a base de dados, que para além de informar sobre os projetos em curso, permite identificar os recursos disponíveis nas instituições que atuam nesta área. 


A base de dados é da responsabilidade do Health Cluster Portugal, e tem como objetivos aumentar a visibilidade e o prestígio da ciência portuguesa, incentivar parcerias e rentabilizar equipamentos. 


As ferramentas de pesquisa estão disponíveis em inglês, uma vez que, segundo a entidade responsável pela mesma, esta é a língua científica universal.


Fonte: iGOV Central

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Fapesp publica manual de ética para evitar má conduta científica

Código traz diretrizes para prevenção e investigação de fraude

Sabine Righetti / Folha de S. Paulo

A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), principal órgão que financia a pesquisa paulista, lançou ontem seu Código de Boas Práticas Científicas. O documento, uma espécie de manual de 40 páginas que será entregue aos cientistas, traz diretrizes para fazer ciência com ética.

Entre as recomendações estão, por exemplo, que deve ser autor de um trabalho científico apenas quem deu "contribuições intelectuais" e que "dados e informações coletadas devem ser registrados de maneira precisa".

Apesar de saber que a má conduta ronda a ciência, a Fapesp não tem uma estimativa sobre o número de fraudes no Estado, que é responsável por 51% da pesquisa do país.

"Sabemos que aumentaram os casos porque aumentou a quantidade de pesquisadores", disse o presidente da fundação, Celso Lafer.

Nos EUA, um levantamento do ano passado com 2.599 cientistas mostrou que 84% já presenciaram fraudes científicas ou participaram delas.

Consultado pela Folha na época, o líder do trabalho, Gerald Koocher, disse que as estatísticas poderiam ser generalizadas para o Brasil.

O código da Fapesp traz ainda novidades na apuração dos casos de má conduta.

A partir de agora, pesquisas financiadas pela Fapesp e suspeitas de fraude serão investigadas pelas universidades por uma comissão de pelo menos três pessoas.

Essas instituições terão de enviar à Fapesp um relatório -e a fundação poderá complementar as investigações.
Mas, para o diretor científico da fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, a proposta do código é trabalhar a prevenção da má conduta.

"Não queremos que a ética seja assunto só quando a mídia publica um caso de plágio. A ideia é que as universidades façam seminários e discutam os casos", disse.

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) também lançará, em outubro, um manual de ética. O documento está sendo produzido por uma comissão criada após a divulgação, pela Folha, de uma fraude na Unicamp.

MÁ CONDUTA GRAVE
DE ACORDO COM A FAPESP

FABRICAÇÃO
Produzir dados ou afirmar que determinados resultados foram obtidos ou conduzidos por procedimentos científicos que não foram realizados é um dos principais exemplos de falta de ética

FALSIFICAÇÃO
Alterar dados, procedimentos ou resultados de pesquisa de maneira significativa, a ponto de interferir na avaliação do peso científico das conclusões de uma pesquisa, também vale como falha de conduta grave

PLÁGIO
A cópia ou utilização de ideias ou formulações verbais, orais ou escritas, de outros cientistas sem dar os devidos créditos, de modo a gerar a percepção de que sejam ideias próprias do plagiador. É talvez o tipo mais comum de má conduta científica hoje

Fonte: Fapesp (www.fapesp.br/boaspraticas)

Aplicativo de celular pode aposentar a necessidade de óculos para leitura



Publicado originalmente em De Tudo um Pouco

GlassesOff, um programa que deverá estar disponível no iPhone ano que vem, poderá permitir que as pessoas continuem lendo normalmente à medida que envelhecem quando, de outra forma, poderiam necessitar usar óculos. Ele funciona treinando a mente para transformar imagens borradas, tornando-as nítidas, para compensar a deterioração dos olhos, que impede a focalização de objetos próximos.
Uri Polat, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, e cofundador da Ucansi, a empresa que desenvolveu o programa, disse à revista New Scientist: “Nós estamos usando o cérebro como óculos.” Quando se chega aos 50 anos, as lentes dos olhos se tornam menos flexíveis, e com isso as pessoas passam a ter dificuldade de focalizar objetos próximos.
Com o novo programa, grupos de linhas borradas, conhecidas como “manchas de Gabor” surgem em vários pontos da tela, e o usuário tem de identificar quando uma delas aparece no centro. Após utilizar o aplicativo 40 vezes, os usuários, com idade média de 51 anos, podiam, ler duas linhas abaixo em uma tabela ótica mantida a 40cm de distância de seus rostos – uma redução na “idade ocular” de 50,5 para 41,9 anos.
Eles também conseguiram ler uma página de jornal durante um tempo médio de 5,3 minutos, comparado com os mais de 12 minutos necessários antes de usarem o programa, que deverá custar por volta de US$93 num período de treinamento de três meses, seguido de uma taxa menor, mensal, correspondente a exercícios de manutenção menos regulares.

Inauguran en Haití la primera biblioteca digital universitaria

La organización Biblioteca Sin Fronteras (BSF) abrió este viernes en Puerto Príncipe una biblioteca digital, la primera de su tipo en Haití, anunció el director de la organización, Patrick Weil.

La biblioteca, ubicada en la Facultad de Ciencias de la universidad pública en la capital, cuenta con 60 puestos informáticos y proporciona acceso a millones de artículos académicos y a miles de revistas en línea a través de bases de datos académicas, dijo Weil.

"Este es un paso muy importante para los estudiantes, profesores e investigadores de la Universidad del Estado de Haití (UEH)," dijo el jefe de la BSF.

La biblioteca digital, instalada en colaboración con la francesa Universidad de las Antillas y Guyana, "es un ingreso al siglo XXI para los estudiantes de Haití" quienes accederán "a todo lo mejor en Europa o Estados Unidos", dijo por su parte Vincent Jumeaux, gerente de proyectos universitarios para BSF.

Weil también anunció que la organización donará 400 a 500 libros a varias escuelas y construirá un lugar para acomodar cientos de miles de libros para la UEH.

Desde el terremoto de enero de 2010, la BSF ha intensificado sus actividades en el país, rescatando colecciones históricas y reconstruyendo la Biblioteca Nacional de Haití y el Ministerio de Relaciones Exteriores, derrumbados en el devastador sismo de enero de 2010.

La organización también abrió muchas bibliotecas comunales en el país, distribuyó miles de libros en los campos de desplazados y ofreció capacitación de personal en Haití y en Francia para gestionar las bibliotecas.

Fonte: AFP

Biblioteca Digital Mundial tem rico acervo de origem brasileira


Ciências Sociais, engenharia, tecnologia, costumes, etiqueta e folclore. Estas são apenas alguns das dos acervos da Biblioteca Nacional que estão disponíveis na Biblioteca Digital Mundial. A BN brasileira é uma das fundadoras e atual membro do Conselho Executivo do projeto, que é encabeçado pela Biblioteca do Congresso dos EUA e Unesco. São centenas de peças com detalhamento em português e outras seis línguas.

Clique aqui e conheça o acervo da BN Digital no site da Biblioteca Digital Mundial.


Fonte: Boletim da Biblioteca Nacional

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Wikilivros


Fonte: Pesquisa Mundi

Wikilivros (do inglês Wikibooks), inicialmente chamado de Wikimedia Free Textbook Project e Wikimedia-Textbooks, é um projeto multilíngue mantido pela Wikimedia Foundation destinado a escrita colaborativa e a distribuição de textos didáticos como livros, apostilas e manuais. Estes livros digitais (e-books) são disponibilizados de forma aberta e gratuita, na esperança de permitir que crianças, jovens e adultos buscando o conhecimento tenham acesso a materiais de qualidade escritos em língua portuguesa.
O projeto teve início em língua inglesa, no dia 10 de julho de 2003. Cerca de um ano depois, em 22 de julho de 2004, foi criada uma wiki própria para oferecer os trabalhos em língua portuguesa. Atualmente (Setembro de 2011) estão a disposição 6 544 módulos de texto, distribuídos em cerca de 482 livros. Se quiser conhecê-los, pode consultar nossa biblioteca!
Este site é uma wiki, significando que todos os interessados, incluindo você, seus professores e colegas de classe, podem editar quaisquer módulos dos livros e manuais disponíveis, bastando clicar no link "editar" que aparece no topo de cada tela. Além disso, todo o conteúdo deste site é protegido pelas licenças GNU Free Documentation e Creative Commons Attribution/Share-Alike License 3.0. Ou seja, enquanto as contribuições são devidamente creditadas a seus autores, os direitos de cópia inclusos nestas licenças de copyleft garantem que o conteúdo dos livros sempre possa ser reproduzidomelhorado e distribuído livremente, desde que sejam seguidas algumas regras simples. Conheça os detalhes da nossa política de direitos autorais.


pt.wikibooks.org

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O lado negro de Coco Chanel: antissemita e agente nazista


Publicado originalmente na Veja

Livro conta segredos chocantes da mademoiselle da moda durante a II Guerra
Coco Chanel, em foto de 1944 (AFP)Coco Chanel, em foto de 1944 (AFP)
Para o mundo da moda, Gabrielle Chanel (1883-1971) era Coco, a estilista que revolucionou o mundo da moda no começo do século XX. Para o serviço de inteligência alemão (Abwehr), porém, ela era a agente nazista identificada pelo número F-7124. A mademoiselle chegou a financiar uma revista fascista editada por um dos amores de sua vida, o ilustrador Paul Iribe. De língua afiada, nunca teve pudores nas conversas entre amigos. “Só tenho medo dos judeus e dos chineses, e mais dos judeus do que dos chineses”, disse ela ao escritor francês Marcel Haedrich, autor de uma de suas biografias, que definia o antissemitismo da estilista como “veemente, antiquado e muitas vezes embaraçoso”. Mas é um novo livro sobre Coco, lançado na última sexta-feira no Brasil, que revela detalhes desse lado mais obscuro de sua vida.
Dormindo com o Inimigo – a guerra secreta de Coco Chanel, do jornalista Hal Vaughan, deixa o glamour da incomparável profissional da moda de lado para detalhar o comportamento dúbio e imoral em seu flerte com o nazismo durante a ocupação alemã na França, entre 1940 e 1944. Além de talentosa e criativa, Coco sempre foi uma mulher determinada, que sabia onde queria chegar e mais: o que fazer para alcançar seus objetivos. Nascida em uma família pobre no interior da França, teve uma infância difícil até ser levada, adolescente, a um orfanato de freiras, onde teve aulas de antissemitismo – em uma época na qual três quartos dos franceses detestavam os judeus (considerados os “assassinos de Cristo”). No começo da vida adulta, depois de passar por um bar onde cantava por alguns poucos trocados, começou sua escalada social ao ir viver no castelo do ex-oficial Étienne Balsan, o primeiro de seus muitos amantes. Com ele, descobriu a importância de se manter bons contatos e o poder que poderia alcançar seduzindo homens. Essas lições foram cruciais para o caminho escolhido por Coco durante a II Guerra Mundial.

Tempos de guerra – Não foi difícil para uma antissemita passar para o lado dos “futuros vencedores”, como acreditava ela, ao ver que os alemães estavam tão poderosos a ponto de tomar Paris. Oportunista diante do caos que se instaurou sobre a capital da França, Coco achou um homem para defendê-la, o alto espião do serviço secreto alemão, barão Hans Günter Dincklage, com quem viveu um longo romance. Foi Dincklage o responsável por envolve-la na inteligência alemã, com quem negociou uma constante troca de favores. Para libertar seu adorado sobrinho André Palasse, prisioneiro de guerra dos nazistas, por exemplo, Coco serviu como mediadora entre os alemães e as suas importantes conexões – que incluíam o então homem mais rico da Europa e ex-amante dela, duque de Westminster, e o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill. Essa era sua principal função como agente: estender seus contatos pessoais ao regime. Por isso, era definida agente e não espiã, já que nunca chegou a investigar a vida de ninguém. Coco chegou a ser usada, inclusive, para uma tentativa frustrada de mediação de paz entre autoridades dissidentes de Adolf Hitler e Churchill na operação Modelhut (chapéu da moda, em alemão), em uma referência ao fato de ser uma estilista e confeccionar chapéus masculinos para mulheres.
Com o barão Dincklage, a primeira-dama da alta costura continuou a desfrutar uma vida de luxo enquanto os franceses reviravam o lixo nas ruas da cidade-luz para ter o que comer. Ela vivia no soberbo hotel Ritz, em Paris, onde ganhou como vizinhos de quarto inúmeras autoridades nazistas nos quatro anos de ocupação. Coco chegou a ir a Berlim com seu amado para conhecer o chefe da Abwehr, o general Walter Schellenberg. Além disso, aproveitou-se das leis nazistas para tentar, inutilmente, tirar a empresa de perfumes e cosméticos Chanel das mãos de seus sócios judeus, Pierre e Paul Wertheimer, que a ajudaram no início da carreira e lucraram milhões com suas fragrâncias. Como ela, muitos outros franceses cooperaram com a ocupação nazista em Paris. A maioria foi duramente punida após a libertação da França pelos aliados, em 1944. As mulheres que dormiram com os nazistas nessa época, chamadas de “colaboradoras horizontais”, foram arrastadas nuas para fora de suas casas, tiveram seus cabelos raspados, uma suástica pintada em suas cabeças e foram obrigadas a desfilar dessa forma pelas ruas da capital. Coco, porém, não sofreu um único arranhão. Foi poucas vezes obrigada a comparecer à Justiça para explicar suas relações com os alemães, sempre negando seu envolvimento com a inteligência nazista. Depois, mudou-se para a Suíça, só retornando ao seu país-natal em 1956. Tudo com a ajuda de seus poderosos contatos, é claro.

Livro – Em Dormindo com o Inimigo, o jornalista Hal Vaughan mostra a dupla identidade de Coco de uma maneira diferente, ora como admirador, ora como crítico. Mas ele não se limita apenas ao lado nazista da dama da moda francesa, e traz à tona também outras verdades pouco conhecidas sobre ela, como seu vício em morfina e os casos homossexuais – inclusive com modelos da Chanel. E mesmo desmascarando certos pontos da conduta de Coco, o autor não consegue disfarçar o admirador que é da inegável genialidade chaneliana. Afinal, Coco foi grandiosa demais para ser derrubada por suas fraquezas. O mito Chanel prevalece.

TSE disponibiliza base de dados com registros partidários de 1945 a 1979




Interessados em consultar dados de partidos políticos no período de 1945 a 1979 contam, a partir de agora, com um banco de dados disponível na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O banco foi criado pela Seção de Arquivo (Searq) do TSE e permite consultas sobre identificação dos partidos, estatutos, manifestos, programas e compromissos firmados, e, ainda, a visualização das principais peças processuais.

Para organizar essas informações, o TSE precisou recuperar processos antigos e organizá-los em três grandes bases: eleitos entre 1945 e 1990; referendo de 1963, plebiscito de 1993 e referendo de 2005; e o mais recente trabalho, que traz documentos históricos dos registros de partidos políticos requeridos entre 1945 e 1979.

Nesse acervo é possível encontrar os eleitos de 1945 a 1990 para os cargos de presidente, vice-presidente, senador, deputado federal e governador. O sistema foi alimentado com informações retiradas, por exemplo, das atas de apuração e mapas eleitorais da época.

É possível acessar também informações como nome do candidato, o partido pelo qual concorreu, o quantitativo de votos, a unidade federativa e o ano da eleição.


Consultas

Já os dados sobre os referendos de 1963 e 2005 e o plebiscito realizado em 1993 permitem relembrar as consultas feitas à população brasileira: Em 1963 os brasileiros foram consultados sobre o sistema de governo (parlamentarismo x presidencialismo), e em 1993 sobre a forma (monarquia x república) e sistema de governo (parlamentarismo x presidencialismo). Em 2005, a população foi consutada sobre o comércio de armas no Brasil.

O acervo pode ser utilizado por historiadores, estudantes, pesquisadores e todos os que tiverem interesse.

Registros partidários

A ideia de reunir e disponibilizar o material sobre esse período da história surgiu de uma demanda intensa e crescente por esses registros. Cerca de 20% dos pedidos de pesquisa do público externo do TSE que chegava à Seção de Arquivo se referia aos registros partidários de 1945 a 1979, em especial dados sobre a criação do Partido Comunista do Brasil.

Em 1945, o retorno da permissão para criar partidos políticos, proibidos durante o Estado Novo (1937-1945), resultou em uma grande quantidade de pedidos de registros partidários.

Na época havia o registro provisório e só depois o partido poderia entrar com o pedido de registro definitivo. Para isso, era necessário coletar 10 mil assinaturas de eleitores no prazo curto de um mês. Essa exigência se tornou uma dificuldade para as agremiações e, com isso, houve também muitos casos de cancelamento de registros provisórios de partidos que nem chegaram a existir.

O acervo reunido pela Seção de Arquivo também retrata o período de extinção do pluripartidarismo no país, em 1965, no período militar, e a criação da Aliança Renovadora Nacional (Arena) e do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), temas também bastante procurados por estudantes e historiadores nos pedidos de pesquisa encaminhados à Searq.

Em 1979, com a extinção das duas organizações existentes, os partidos políticos foram autorizados a funcionar novamente. Com isso nasceu grande parte dos atuais partidos.

Acesse os registros de partidos políticos de 1945 a 1979 clicando aqui.

Acesse dados sobre referendos e plebiscitos clicando aqui.

Assista à matéria em vídeo.

Fonte: Agência de Notícias da Justiça Federal

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Setor Educacional do Mercosul ganha novo portal na internet



O Setor Educacional do Mercosul (SEM) tem um novo canal de comunicação, a página Mercosul Educacional. O site ( http://www.sic.inep.gov.br/ ) é gerenciado pelo Comitê Gestor do Sistema de Informação e Comunicação (CGSIC), composto por representantes dos países membros e associados do Mercosul, que produz e administra as informações.

O portal pode ser acessado em português, espanhol e inglês e foi produzido para atender tanto o público externo, quanto os participantes do SEM.

Nele é possível conseguir documentos, participar de fóruns de discussão, publicações e notícias sobre as atividades do grupo e dos órgãos superiores de educação dos países do Mercosul.

Fonte: O Dia

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Portal online já catalogou mais de um terço das espécies do planeta


A ambição do portal é ter uma página para cada espécie

O projeto Enciclopédia da Vida, portal online que ambiciona listar todas as espécies de animais e plantas conhecidas para a Ciência, afirma já ter conseguido catalogar um terço das espécies.

Atualmente estão listadas 750 mil espécies no site Encyclopedia of Life (EoL), foi hoje revelado. Jennifer Preece, da Universidade de Maryland, considera que a EoL, “guia de campo online”, está comprometido a reunir “todas as espécies do mundo”, mais que os sites que listam grupos de espécies como insectos, aves ou mamíferos. 

“O nosso conhecimento das muitas formas de vida neste planeta está espalhado por livros, revistas, bases de dados, sites, colecções e na cabeça de investigadores por todo o mundo”, escrevem os responsáveis pelo EoL. Por isso, o objectivo é “reunir toda esta informação e disponibilizá-la para qualquer pessoa, em qualquer lado”.

O projeto, que começou a funcionar em 2007, utiliza as imagens, vídeos e dados científicos de 176 parceiros e permite aos seus membros criar a sua própria coleção natural.

A EoL quer “ser um microscópio ao contrário, ou um ‘macroscópio’, que ajude os utilizadores a ter uma imagem dos padrões naturais a larga escala”, explicam. Agora, o EoL “reúne cidadãos, estudantes, professores, conservacionistas e investigadores de todo o mundo, em tempo real, para explorar a complexidade da biodiversidade”, comenta o diretor-executivo do projeto, Erick Mata.

Agora apresenta um portal renovado, “mais fácil de usar”. A maior ambição é ter uma página para cada espécie do planeta. Hoje tem mais de 700 mil páginas, 600 mil fotografias e vídeos e uma biblioteca sobre Biodiversidade.



Fonte: Público - Portugal

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fisioterapia.com




Fisioterapia.com promete ter um dos conteúdos mais completos do setor na rede mundial de computadores

Os fisioterapeutas de todo o Brasil acabam de ganhar uma nova opção para conseguirem materiais teóricos e notícias relacionadas à profissão. O portal Fisioterapia.com (www.fisioterapia.com), projeto desenvolvido pelo Grupo Inspirar sob a coordenação dos fisioterapeutas Marcelo Márcio Xavier e Esperidião Elias Aquim, agrega conteúdos específicos para os visitantes e dá a oportunidade para que empresas e profissionais divulguem seus produtos e serviços.

No novo portal, os fisioterapeutas podem visualizar cursos de extensão, pós-graduação e cursos à distância oferecidos em todas as regiões do país. Além disso, uma conta de e-mail e, até mesmo, um blog poderão ser criados de forma rápida e fácil na esfera do Fisioterapia.com. “O site é atualizado diariamente com um vasto material sobre fisioterapia, entre eles vídeos, notícias e classificados, que oferecem, por exemplo, vagas de empregos e equipamentos utilizados em clínicas especializadas”, detalha o Dr. Esperidião Elias Aquim.

Para o Dr. Marcelo Márcio Xavier, o portal Fisioterapia.com tem tudo para se transformar em uma importante ferramenta de trabalho para fisioterapeutas de todo o Brasil. “Em nenhum outro site brasileiro os profissionais da fisioterapia irão encontrar tantas informações relevantes sobre a profissão, característica que irá revolucionar o atual panorama do mercado. Além disso, o novo portal trabalha com ferramentas fundamentais para divulgação de clínicas e profissionais liberais”, completa.

Para conhecer o melhor e maior conteúdo em fisioterapia do Brasil, acesse o site www.fisioterapia.com

Fonte: Segs

terça-feira, 23 de agosto de 2011

700 mil fotografias do Portugal Colonial online




Mais de 700 mil fotografias do Portugal colonial vão estar disponíveis para consulta online. As imagens estão a ser digitalizadas dos acervos do Arquivo Histórico Ultramarino e do Instituto de Investigação Científica tropical.

Neste momento já é possível consultar perto de 20 mil destas fotografias no site do Arquivo Científico Tropial Digital (http://actd.iict.pt/), algumas da autoria de Elmano da Cunha e Costa (ver foto), advogado em Lisboa e fotógrafo na África nos anos 30 cuja obra pictória está neste momento a ser estudada por uma investigadora holandesa.

Segundo disse Catarina Marques, responsável pelo espólio do Instituto de investigação Científica Tropical e pela digitalização das imagens, as fotografias têm diversas proveniências e temáticas sendo a mais antiga de 1860 e as mais recentes de 1974.

As fotografias do espólio são valiosas também pelos vários tipos de processos fotográficos que ali existem, desde os métodos comuns de fotografia (com nitratos e acetatos de celulose) até métodos mais raros de papéis de ouro e platina.



Fonte: Boas Notícias

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Biblioteca virtual gratuita do MEC inclui turismo




 Ministério da Educação disponibiliza gratuitamente uma biblioteca digital de software livre com mais de 700 obras de variados assuntos. E um dos temas recentemente incluídos é justamente o turismo. São mais de 30 títulos, entre eles "Classes C e D, um novo mercado para o turismo", "Caminhos do futuro: ecoturismo", "Diretrizes para o desenvolvimento do turismo rural" etc.

Outra boa notícia é que o site disponibiliza várias preciosidades, como a obra completa de Machado de Assis, as poesias de Fernando Pessoa, A Divina Comédia, de Dante Alighieri, ou a reprodução das pinturas de Leonardo da Vinci, uma vez que as obras já são de domínio público. Há também vídeos, textos e músicas.

Para baixar as obras e demais conteúdos para seu computador, tudo de forma legal e gratuita, basta acessarwww.dominiopublico.gov.br , clicar nos temas ou obras escolhidas e fazer o download.

Fonte: Panrotas

BN Digital já disponibiliza 23 mil itens na internet e vai crescer



Nesta semana, o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) liberou R$2,4 milhões para a ampliação da BN Digital. O projeto realizado pela Fundação Biblioteca Nacional já possui cerca de 23 mil itens digitalizados - livros, imagens, manuscritos e jornais - com acesso gratuito no site da instituição A iniciativa ainda conta com 13 projetos temáticos de conteúdos exclusivos produzidos por pesquisadores, que abordam curiosidades da história, da música, da geografia, da literatura, do jornalismo, e permite pesquisa de imagens. A Rede Memória Virtual Brasileira é um dos destaques do projeto: o internauta tem acesso ao conteúdo de diversas bibliotecas cadastradas, além de inúmeros artigos sobre a construção cultural do país que vão desde a imigração chinesa no Brasil até o Cinema Novo. O acervo digital pode ser acessado aqui.

Fonte: Boletim Biblioteca Nacional

Universitários reescrevem textos das bulas de remédios

Manual produzido por alunos da Universidade de Brasília pode ser acessado pela internet. Objetivo é ajudar na compreensão dos pacientes.

Guilherme Portanova / Jornal Hoje

Um grupo de alunos da Universidade de Brasília fez um manual sobre medicamentos que pode ser consultado pela internet. Mais de 160 bulas já foram traduzidas. A ideia é facilitar a vida dos pacientes. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, anteriormente, que os laboratórios também deveriam fazer bulas mais simples. Quase 400 estão prontas e podem ser consultadas no site da Agência.

Alguns termos foram simplificados como, por exemplo, "posologia", que se transformou em "como devo usar este medicamento". “O objetivo é fazer com que o paciente, a partir do momento que entenda a bula, possa retratar para o seu médico os sintomas e os sinais e ajudar também no próprio tratamento dele, tomando os medicamentos de forma correta”, explica Patrícia Medeiros, professora de Farmacologia da Universidade de Brasília. Os pacientes de cardiologia do Hospital Universitário de Brasília já levam para casa as bulas traduzidas.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Especialista em cibercultura, o francês Pierre Lévy critica intenção inglesa de controlar redes sociais e fala sobre o futuro dos livros!

Há 20 anos, quando a maioria da população do mundo não tinha a menor ideia do que era a internet, o filósofo francês Pierre Lévy já estava de olho no futuro, com seus estudos sobre cibercultura e inteligência coletiva. Hoje, Lévy é uma referência, um estudioso cujas pesquisas ajudaram no desenvolvimento de ferramentas fundamentais para muitos de seus críticos do passado - entre eles, um bom número de jornalistas -, como a Wikipedia e as redes sociais.



Atualmente morando no Canadá, onde leciona na Universidade de Ottawa, esse profeta digital está a caminho do Brasil, para participar, no dia 25, às 19h30m, de um debate ao lado de Gilberto Gil, sobre o tema "o poder das palavras na cibercultura", no Oi Futuro Flamengo. A mesa faz parte da programação do projeto Oi Cabeça e tentará responder à difícil questão sobre o espaço que a escrita ocupa na esfera digital.

Em entrevista por telefone ao GLOBO, Lévy falou do uso das redes sociais, do futuro das mídias tradicionais, de como o preconceito contra a internet foi sendo modificado ao longo do tempo e do trabalho para desenvolver aInformation Economy Meta Language (IEML), uma nova linguagem para a web à qual ele vem se dedicando nos últimos anos.

Enquanto conversamos, o primeiro-ministro David Cameron sugere que a Inglaterra crie alguma forma de controle das redes sociais, a fim de evitar as manifestações vistas na semana passada. O que o senhor acha da ideia?
PIERRE LÉVY: É uma sugestão bastante absurda. É a grande maioria da população inglesa que usa as redes sociais, e não apenas uma pequena quantidade de criminosos. Além disso, os criminosos usam as estradas, os telefones, qualquer forma de se encontrar ou de se comunicar. Não há nada específico que justifique responsabilizar as redes sociais. Sou contra qualquer tipo de censura na internet, tanto política quanto de opinião. E vale lembrar que a polícia também pode se utilizar das redes sociais para encontrar os criminosos. A mídia social pode ser uma ferramenta de combate ao crime como qualquer outra.

A intenção de Cameron lembra críticas feitas contra a cultura digital há quase 20 anos. Naquela época, em suas palestras, o senhor dizia que o preconceito das pessoas contra a cibercultura se assemelhava ao preconceito contra o rock'n'roll nos anos 1950 e 1960. Alguma coisa mudou?
PIERRE LÉVY: Sim, houve mudanças. Naquele tempo, as pessoas diziam que a internet era uma mídia fria, sem emoções, sem comunicação real. Mas hoje, com a mídia social, as pessoas compartilham músicas, imagens e vídeos. Há muitas emoções circulando nesses espaços de comunicação. O que acontecia antes era que as pessoas não sabiam do que estavam falando. O preconceito, na maioria das vezes, é gerado pela ignorância. Até mesmo com vocês, jornalistas, isso mudou. Eu lembro bem que naquela época os jornalistas tinham todo o tipo de preconceito com a comunicação digital, e hoje todos estão usando essas ferramentas.

Mas alguns grupos de entretenimento e mídia ainda tentam controlar e restringir as possibilidades da internet, sob o temor de perder rentabilidade que tinham com a venda de CDs, DVDs ou publicações impressas. O que o senhor acha que vai resultar desse embate?
PIERRE LÉVY: O problema principal é que, antes da internet, todas essas empresas vendiam informação através de suportes materiais. Só que, já um pouco hoje e certamente no futuro, não haverá suportes físicos para levar a informação. É preciso se adaptar de uma situação em que se distribuíam e vendiam objetos físicos até outra, em que se distribui e se vende informação na rede. É uma transição enorme, e é provável que muitas dessas companhias não sobrevivam à necessidade de sair de uma era em direção à outra. Há milênios, muitos dinossauros morreram numa transição parecida.

O senhor está dizendo, então, que os grupos de mídia são dinossauros?
Os grupos de mídia que não se adaptarem ao novo momento, em que as comunicações são completamente descentralizadas e mais distribuídas, serão dinossauros e vão morrer.

Mas o que vai substituir a maneira como consumimos notícias hoje?
Eu acho que as notícias serão consumidas através das redes sociais, como Twitter, Facebook ou Google+. A mídia social permite que você escolha suas fontes e ordene suas prioridades entre as fontes. Você pode personalizar a forma como vai receber as notícias. Será assim no futuro: o usuário terá a habilidade de priorizar as fontes e os temas e escolher deliberadamente o que ele quer saber. Será uma atividade que a próxima geração já vai aprender a fazer nas escolas.

Alguns críticos, porém, costumam dizer que as ferramentas de internet que temos hoje não permitem um acesso democrático à informação. O Google, por exemplo, cria um ranking de resultados que de certa forma guia sua busca...
Espera um pouco. Você não pode acusar o Google de não ser democrático. O Google não é um governo, é uma empresa. Ele lhe oferece um serviço, e ele vende anúncios que serão vistos pelo usuário para se manter. Essa discussão não passa por democracia. O que eu posso dizer é que o ranking formado pelos algoritmos do Google é bastante primitivo. São mínimas as possibilidades de personalização de seu ranking. No futuro, especialmente graças a meu IEML (risos), todos poderão ser capazes de organizar sua própria ferramenta de busca de acordo com suas prioridades. Hoje, o Google praticamente oferece um mesmo serviço para qualquer tipo de pessoa.

Em que ponto estão as pesquisas do IEML?
Eu publiquei neste ano o primeiro volume, "La sphère sémantique", e agora estou trabalhando no segundo volume. O volume 1 é sobre a origem filosófica e semântica da linguagem. Já o volume 2 vai trazer um dicionário e explicar como utilizá-lo. Deve ser lançado no ano que vem. É um projeto longo, não dá para esperar ferramentas práticas nos próximos meses, mas espero que nos próximos cinco anos possamos ver algumas aplicações.

Que aplicações o senhor espera?
O argumento principal é o da interpretação coletiva da web. É difícil dizer exatamente que tipo de aplicação. A ideia é dar às comunidades uma representação científica de seu próprio processo de comunicação. Ele poderá se assemelhar a um grande circuito de conceitos, onde você observa a circulação de emoções e atenções. Isso poderá ser utilizado para marketing, educação, comunicação e pesquisa, por exemplo. Será uma nova forma de representar a relação entre conceito e ideias na internet. O sistema de escrita que usamos hoje na web é desenhado para mídia estática. Nós ainda temos que desenvolver sistemas simbólicos de escrita que sejam capazes de explorar todas as capacidades de um computador.

O senhor usa bastante as redes sociais?
Sim, estou no Twitter, no Facebook, no Google+ e em muitas outras. Mas não recomendo isso para ninguém, é preciso muito tempo para acompanhar tudo. Eu estou em tantas redes porque é meu trabalho, preciso saber do que estou tratando. Entre todas, o Twitter é a de que mais gosto, porque ele é prático e rápido para receber e procurar informações.

Quanto tempo por dia o senhor passa conectado?
Eu fico praticamente o tempo todo conectado. Consulto enciclopédias e dicionários na internet. Ouço rádios on-line. Acho que só não estou conectado quando estou dormindo. Mas, em relação a trocar e-mails e mensagens através de redes sociais, passo de uma a duas horas por dia nessas atividades. E não assisto a TVs nem leio jornais em papel. Só leio notícias na internet.

E livros em papel?
Eu tenho um tablet, mas estou velho e ainda prefiro ler livros no papel. Certamente, no futuro, a grande maioria dos livros será lida nos tablets ou em periféricos como o Kindle, muito pela possibilidade de interatividade. Os livros passarão a ser escritos dessa forma, com esse objetivo.

No Rio, o senhor vai participar de uma mesa de debate com Gilberto Gil. O senhor conhece a obra dele?
Eu já me encontrei com o Gil pessoalmente. Ele é um grande músico, um grande artista. Mas, além disso, também é uma pessoa que tem um pensamento bastante instigante sobre as consequências da revolução da mídia e da cultura. Será bom debater com ele.


Fonte: O Globo