quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Universidade Alberto Hurtado lança biblioteca digital especializada em educação



Contendo a história da educação no Chile nos últimos 50 anos desde a Reforma da educação


Um catálogo de 850 textos on-line faz parte da nova biblioteca digital recentemente desenvolvida pelo Centro de Investigación y Desarrollo de la Educación (CIDE), da Universidade Alberto Hurtado.

www.cide.cl/biblioteca.php 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Acervo Digital Paulo Freire



O Centro de Referência Paulo Freire (CRPF) acolhe, desde 1997, a biblioteca pessoal de Paulo Freire e outros materiais de seu acervo. São cerca de sete mil volumes impressos, além de fotos, vídeos, documentários, e inúmeros objetos pessoais do educador.
Para dar maior acesso ao público, o Instituto Paulo Freire, por meio do CRPF conta, atualmente com o Projeto Paulo Freire Memória e Presença – Preservação e democratização do acesso ao patrimônio cultural brasileiro tem como objetivo preservar os materiais existentes, garantir e democratizar acesso qualificado à obra e ao legado do educador Paulo Freire, inclusive aos portadores de deficiência visual.
O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Contemplado em processo de seleção pública no Programa Petrobras Cultural (PPC), edição de 2010, concretiza este e outros sonhos de Paulo Freire e da comunidade freiriana nacional e internacional.
Para saber mais sobre o projeto, clique AQUI!
Para conhecer o acervo digital, clique AQUI!


Fonte: Paulo Freire 90 anos

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Banco de imagens sobre biologia marinha




Centro de Biologia Marinha da USP lança site com milhares de imagens de organismos oceânicos


Agência FAPESP – O Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da Universidade de São Paulo (USP) lançou o Cifonauta – um banco com mais de 11 mil imagens, 260 vídeos e panorâmicas e seleção de fotos sobre temas de interesse de biólogos e pesquisadores que estudam o meio ambiente marinho e do público, em geral.


De acordo com a USP, o objetivo do projeto, criado pelos pesquisadores Álvaro Esteves Migotto e Bruno Vellutini, é compartilhar informações científicas e divulgar a biodiversidade marinha por meio de imagens.


O processo de montagem do banco de imagens durou cerca de dois anos, entre o início das programações e as fases de teste em sistema fechado. O conteúdo apresenta referências bibliográficas, com uma ficha técnica do organismo contendo seu tamanho, local de origem e nome científico, por exemplo.


A estrutura de buscas se dá por meio de diversos marcadores ou pela classificação taxonômica – divisão por reino, filo, classe, até chegar à espécie desejada.


O conteúdo do banco está sob a licença de uso Creative Commons, que permite a divulgação do conteúdo desde que dados os devidos créditos do trabalho e que seja utilizado para fins não comerciais, sem necessidade de pedir autorização para isso.


As fotos veiculadas no banco de imagens são feitas com diversas técnicas. Normalmente câmeras digitais são acopladas em microscópios ópticos ou eletrônicos, dependendo do organismo fotografado, podendo ser aumentada a resolução em até mil vezes.


Outra técnica, pouco utilizada por ter um custo bastante elevado, consiste no uso de um microscópio eletrônico de varredura (MEV), utilizando-se de um feixe de elétrons para realizar a fotografia, por meio de um processo altamente sofisticado.


“Temos uma costa oceânica imensa e conhecemos muito pouco sobre ela. É neste sentido que as imagens são bons instrumentos de divulgação para a biologia marinha, pois despertam a curiosidade e a reflexão sobre a enorme diversidade dos oceanos”, disse Vellutini.


Mais informações: http://cifonauta.cebimar.usp.br .

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Indígenas universitários lançam portal sobre a história dos índios no Brasil


Com o objetivo de auxiliar professores e alunos no estudo da História e das Culturas Indígenas no Brasil, um grupo de seis índios universitários lançou na última quarta-feira, dia 12 de outubro, o site “ÍndioEduca”. A proposta conta com o apoio da ONG Thydêwá e faz parte do Plano de Ação Conjunto Brasil – Estados Unidos para a Promoção da Igualdade Racial e Ética (Japer).


Através de textos e conteúdos multimídias, os estudantes Alex Macuxi e Sabrynna Taurepang (Roraima), Amaré Krahô-Kanela(Tocantis), Aracy Tupinambá (Rio de Janeiro), Marina Terena e Micheli Kaiowa(Mato Grosso do Sul), irão dialogar com os visitantes sobre as seguintes temáticas: “O que é ser índio hoje?”, “Índio come gente?”, ”Índio mora emOca?”, ”Índio anda nu?” e “Mitos e Verdades”.

Relembrando o dia 12 de outubro de 1492, quandoCristovão Colombo pisou na América e iniciou os processos de invasão e genocídio, os estudantes decidiram inaugurar o site, no último dia 12, buscando alertar as pessoas, principalmente as crianças, para as diversas realidades que os povos indígenas vivem na sociedade.

Os interessados podem conhecer o site através doendereço: www.indioeduca.org 

Fonte: Correio do Brasil

Biblioteca em casa: Google lança sua “estante virtual de livros”


Publicado em AdNews

Ir à biblioteca sem sair de casa é a nova proposta do Google. A WebGL Bookcase permite que o internauta, através do Chrome, tenha acesso a uma estante cheia de obras literárias, navegue pelas prateleiras e leia os livros em versão digital.
“A interface digital deve estar familiarizada o suficiente para ser intuitiva e, ao mesmo tempo, aproveitar a falta de restrições em um espaço virtual. Neste caso, imaginamos algo que se parece com as prateleiras em sua sala de estar, e que também é capaz de mostrar um grande número de títulos disponíveis on-line, muito mais do que se encaixa em uma prateleira tradicional. Com isto em mente, nós projetamos uma estante digital que é uma ‘espiral 3D infinita’. Você pode girá-la para os lados e para cima e para baixo com seu mouse. Que detém os modelos 3D de mais de 10.000 títulos de livros do Google”, disse a companhia no blog oficial.
Os títulos são organizados em 28 temas. Para escolher um, é necessário clicar no botão “assunto” no topo da tela durante a exibição da estante.

Popout

SciPort para acesso online a projetos da saúde

Quem pretender conhecer os projetos de investigação em curso na área da saúde em Portugal já tem disponível uma base de dados para acesso a essa informação.


SciPort (Saúde em Portugal: Banco de Dados de Ciência e Tecnologia de Recursos), assim se chama a base de dados, que para além de informar sobre os projetos em curso, permite identificar os recursos disponíveis nas instituições que atuam nesta área. 


A base de dados é da responsabilidade do Health Cluster Portugal, e tem como objetivos aumentar a visibilidade e o prestígio da ciência portuguesa, incentivar parcerias e rentabilizar equipamentos. 


As ferramentas de pesquisa estão disponíveis em inglês, uma vez que, segundo a entidade responsável pela mesma, esta é a língua científica universal.


Fonte: iGOV Central

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Fapesp publica manual de ética para evitar má conduta científica

Código traz diretrizes para prevenção e investigação de fraude

Sabine Righetti / Folha de S. Paulo

A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), principal órgão que financia a pesquisa paulista, lançou ontem seu Código de Boas Práticas Científicas. O documento, uma espécie de manual de 40 páginas que será entregue aos cientistas, traz diretrizes para fazer ciência com ética.

Entre as recomendações estão, por exemplo, que deve ser autor de um trabalho científico apenas quem deu "contribuições intelectuais" e que "dados e informações coletadas devem ser registrados de maneira precisa".

Apesar de saber que a má conduta ronda a ciência, a Fapesp não tem uma estimativa sobre o número de fraudes no Estado, que é responsável por 51% da pesquisa do país.

"Sabemos que aumentaram os casos porque aumentou a quantidade de pesquisadores", disse o presidente da fundação, Celso Lafer.

Nos EUA, um levantamento do ano passado com 2.599 cientistas mostrou que 84% já presenciaram fraudes científicas ou participaram delas.

Consultado pela Folha na época, o líder do trabalho, Gerald Koocher, disse que as estatísticas poderiam ser generalizadas para o Brasil.

O código da Fapesp traz ainda novidades na apuração dos casos de má conduta.

A partir de agora, pesquisas financiadas pela Fapesp e suspeitas de fraude serão investigadas pelas universidades por uma comissão de pelo menos três pessoas.

Essas instituições terão de enviar à Fapesp um relatório -e a fundação poderá complementar as investigações.
Mas, para o diretor científico da fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, a proposta do código é trabalhar a prevenção da má conduta.

"Não queremos que a ética seja assunto só quando a mídia publica um caso de plágio. A ideia é que as universidades façam seminários e discutam os casos", disse.

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) também lançará, em outubro, um manual de ética. O documento está sendo produzido por uma comissão criada após a divulgação, pela Folha, de uma fraude na Unicamp.

MÁ CONDUTA GRAVE
DE ACORDO COM A FAPESP

FABRICAÇÃO
Produzir dados ou afirmar que determinados resultados foram obtidos ou conduzidos por procedimentos científicos que não foram realizados é um dos principais exemplos de falta de ética

FALSIFICAÇÃO
Alterar dados, procedimentos ou resultados de pesquisa de maneira significativa, a ponto de interferir na avaliação do peso científico das conclusões de uma pesquisa, também vale como falha de conduta grave

PLÁGIO
A cópia ou utilização de ideias ou formulações verbais, orais ou escritas, de outros cientistas sem dar os devidos créditos, de modo a gerar a percepção de que sejam ideias próprias do plagiador. É talvez o tipo mais comum de má conduta científica hoje

Fonte: Fapesp (www.fapesp.br/boaspraticas)

Aplicativo de celular pode aposentar a necessidade de óculos para leitura



Publicado originalmente em De Tudo um Pouco

GlassesOff, um programa que deverá estar disponível no iPhone ano que vem, poderá permitir que as pessoas continuem lendo normalmente à medida que envelhecem quando, de outra forma, poderiam necessitar usar óculos. Ele funciona treinando a mente para transformar imagens borradas, tornando-as nítidas, para compensar a deterioração dos olhos, que impede a focalização de objetos próximos.
Uri Polat, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, e cofundador da Ucansi, a empresa que desenvolveu o programa, disse à revista New Scientist: “Nós estamos usando o cérebro como óculos.” Quando se chega aos 50 anos, as lentes dos olhos se tornam menos flexíveis, e com isso as pessoas passam a ter dificuldade de focalizar objetos próximos.
Com o novo programa, grupos de linhas borradas, conhecidas como “manchas de Gabor” surgem em vários pontos da tela, e o usuário tem de identificar quando uma delas aparece no centro. Após utilizar o aplicativo 40 vezes, os usuários, com idade média de 51 anos, podiam, ler duas linhas abaixo em uma tabela ótica mantida a 40cm de distância de seus rostos – uma redução na “idade ocular” de 50,5 para 41,9 anos.
Eles também conseguiram ler uma página de jornal durante um tempo médio de 5,3 minutos, comparado com os mais de 12 minutos necessários antes de usarem o programa, que deverá custar por volta de US$93 num período de treinamento de três meses, seguido de uma taxa menor, mensal, correspondente a exercícios de manutenção menos regulares.

Inauguran en Haití la primera biblioteca digital universitaria

La organización Biblioteca Sin Fronteras (BSF) abrió este viernes en Puerto Príncipe una biblioteca digital, la primera de su tipo en Haití, anunció el director de la organización, Patrick Weil.

La biblioteca, ubicada en la Facultad de Ciencias de la universidad pública en la capital, cuenta con 60 puestos informáticos y proporciona acceso a millones de artículos académicos y a miles de revistas en línea a través de bases de datos académicas, dijo Weil.

"Este es un paso muy importante para los estudiantes, profesores e investigadores de la Universidad del Estado de Haití (UEH)," dijo el jefe de la BSF.

La biblioteca digital, instalada en colaboración con la francesa Universidad de las Antillas y Guyana, "es un ingreso al siglo XXI para los estudiantes de Haití" quienes accederán "a todo lo mejor en Europa o Estados Unidos", dijo por su parte Vincent Jumeaux, gerente de proyectos universitarios para BSF.

Weil también anunció que la organización donará 400 a 500 libros a varias escuelas y construirá un lugar para acomodar cientos de miles de libros para la UEH.

Desde el terremoto de enero de 2010, la BSF ha intensificado sus actividades en el país, rescatando colecciones históricas y reconstruyendo la Biblioteca Nacional de Haití y el Ministerio de Relaciones Exteriores, derrumbados en el devastador sismo de enero de 2010.

La organización también abrió muchas bibliotecas comunales en el país, distribuyó miles de libros en los campos de desplazados y ofreció capacitación de personal en Haití y en Francia para gestionar las bibliotecas.

Fonte: AFP

Biblioteca Digital Mundial tem rico acervo de origem brasileira


Ciências Sociais, engenharia, tecnologia, costumes, etiqueta e folclore. Estas são apenas alguns das dos acervos da Biblioteca Nacional que estão disponíveis na Biblioteca Digital Mundial. A BN brasileira é uma das fundadoras e atual membro do Conselho Executivo do projeto, que é encabeçado pela Biblioteca do Congresso dos EUA e Unesco. São centenas de peças com detalhamento em português e outras seis línguas.

Clique aqui e conheça o acervo da BN Digital no site da Biblioteca Digital Mundial.


Fonte: Boletim da Biblioteca Nacional