sexta-feira, 30 de março de 2012

Arquivos de Nelson Mandela na internet



Em projeto que tem o apoio da Google, foram colocados na internet arquivos sobre Nelson Mandela.


São milhares de cartas, fotografias e documentos relativos ao ex-presidente da África do Sul, colocados on line nesta terça-feira, 27, em um projeto que visa a aumentar o acesso aos arquivos que detalham sua longa caminhada para a liberdade.


archive.nelsonmandela.org 


Fonte: O Diário

quarta-feira, 28 de março de 2012

Morre escritor Millôr Fernandes aos 87 anos

O desenhista, jornalista, dramaturgo e escritor Millôr Fernandes (2006) / Ricardo Moraes/Folhapress
Publicado por UOL

Morreu na noite desta terça-feira (27), aos 87 anos, o escritor Millôr Fernandes. Desenhista, dramaturgo, poeta e jornalista, ele faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, em decorrência de falência de múltiplos órgãos. O velório será realizado até as 15h desta quinta-feira (29), no Rio, mas ainda não há detalhes sobre cerimônia de sepultamento ou cremação. As informações são do cemitério Memorial do Carmo.
Nascido no bairro do Méier, no Rio, em 16 de agosto de 1923, Millôr foi registrado oficialmente em 27 de maio de 1924. Com um ano, ficou órfão de pai e, aos 10 anos, de mãe. Ao longo da vida, se firmou como um dos mais importantes e atuantes intelectuais brasileiros. Adaptou e escreveu obras para teatro e para televisão, além de ter imortalizado diversos frases e aforismos.
Veja obras e trajetória de Millôr Fernandes
Em 1943, após ter passado pelo jornal “Diário da Noite” e pela revista “A Cigarra” – onde criou o pseudônimo Vão Gogo, com o qual assinou suas colunas até 1962 -, Millôr retornou à revista “O Cruzeiro”, onde criou, ao lado de Péricles, cartunista de “O Amigo da Onça”, a seção “O Pif-Paf”.
Autodidata, em 1942 realizou a sua primeira tradução – função que anos mais tarde lhe renderia o título de maior tradutor de Shakespeare no Brasil -, para “Dragon Seed”, romance da americana Pearl S. Buck, com o título “A Estirpe do Dragão”.
Já em 1946 fez sua estreia literária com o livro “Eva Sem Costela”. Sete anos depois, foi montada sua primeira peça de teatro, “Uma Mulher em Três Atos”.
Em 1964, aos 41 anos, editou a revista humorística “O Pif-Paf”, considerada uma das pioneiras da imprensa alternativa. Quatro anos depois, participou da fundação do jornal satírico “O Pasquim”, uma das vozes mais ativas contra a censura e o governo militar durante a ditadura nos anos 70. A publicação teve colaboração de Ruy Castro, Paulo Francis, Ivan Lessa, dos cartunistas Jaguar e Ziraldo, entre outros nomes importantes do jornalismo brasileiro.
Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim.
Millôr Fernandes
Autor de mais de 40 títulos literários, o cartunista atuou como colaborador de diversos jornais e publicações ao longo dos últimos 60 anos, entre eles “Folha de S. Paulo”, “Correio Braziliense”, “Jornal do Brasil”, “Isto É”, “O Estado de S. Paulo”, “O Dia” e “Veja”.
Além de Shakespeare, Millôr traduziu obras de Anton Tchekov, Bernard Shaw, Dario Fo, Luigi Pirandello, Molière, Mario Vargas Llosa, Samuel Beckett, R. W. Fassbinder e Tennessee Williams.
Como desenhista, com passagem pelo Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro entre 1938 e 1943, expôs seus trabalhos no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro em duas ocasiões. Em 1981, seus trabalhos gráficos foram reunidos em “Desenhos” (ed. Raízes Artes Gráficas).
Como poeta, publicou “Papaverum Millôr” (ed. Prelo, 1967), “Hai-kais” (ed. Senzala, 1968) e “Poemas” (ed. L&PM, 1984).
Além de dramaturgo, atuou também como roteirista de cinema, séries e programas de TV, adaptando para a Rede Globo na década de 1990 a obra “Memórias de um Sargento de Milícias”, de Manuel Antônio de Almeida. No filme “Terra Estrangeira” (1995), de Walter Salles, colaborou com diálogos adicionais.
Em 2000, tornou-se um dos pioneiros a publicar na web ao lançar o “Millôr On Line” no UOL.
Entre seus últimos títulos, Millôr lançou em 2007 pela editora Desiderata “Novas Fábulas e Contos Fabulosos”, reunião de contos e fábulas ilustrados pelo cartunista Angeli. Em 2010, a atriz Fernanda Torres adaptou na série “Amoral da História” duas obras anteriores para o canal de televisão GNT — “Fábulas Fabulosas” e “A Bíblia do Caos”.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Mapas antigos on-line

O Portal OldMapsOnline é fácil de usar e uma porta de entrada para mapas históricos em bibliotecas ao redor do mundo.

Ele permite ao usuário procurar on-line mapas históricos digitais nas numerosas coleções diferentes através de uma pesquisa geográfica. Pesquisar digitando um nome do lugar, clicando na janela do mapa, selecionando por data. Os resultados da pesquisa fornecem um link direto para a imagem do mapa no site da instituição onde o mesmo está armazenado.

Logo na entrada o portal já reconhece o IP do micro do usuário e apresentada mapas históricos relativos a sua região.

OldMapsOnline foi criado em colaboração entre The Great Britain Historical GIS Project da The University of Portsmouth e Klokan Technologies GmbH. 


quarta-feira, 7 de março de 2012

SciELO Books


Estreia de plataforma


A importante plataforma de periódicos científicos SciELO (Scientific Electronic Library Online) ganha, no final deste mês, uma versão brasileira só com livros em PDF. A SciELO Books vem sendo trabalhada há três anos pelas editoras Unesp, Fiocruz e UFBA e terá lançamento no dia 30, no Instituto de Artes da Unesp.

O catálogo inicial conterá cerca de 400 títulos gratuitos das três editoras, mas a proposta é ampliá-lo para outras editoras e outros países da América Latina. Para isso, o projeto terá uma demonstração durante a 25ª Feira Internacional do Livro de Bogotá, que acontece no fim de abril.

Fonte: Folha de S. Paulo | Raquel Cozer

Como citar um tuíte em um trabalho acadêmico?

A Associação de Linguagem Moderna dos EUA reconheceu que tweets podem figurar em trabalhos universitários e criou um formato para isso




Olhar Digital

Você está realizando um trabalho acadêmico e quer citar um tuíte. Isso é possível? E se for possível, como fazer? Segundo a Modern Language Association (Associação da Linguagem Moderna, em tradução livre), agora os estudantes podem, sim, utilizar esse tipo de fonte em seus textos.

Assim, ao ensinar como utilizar esse tipo de mensagens nos trabalhos, a Associação reconhece oficialmente os tuites como formas de opinião na literatura acadêmica, segundo o The Atlantic.

Mas, como citar tuítes? Basicamente, tudo é muito intuitivo. A citação tem início com o sobrenome, seguido do primeiro nome do autor. Após isso, vem o username entre parênteses. Depois, é a vez do tuíte em si, completo e entre aspas. Depois, a data e hora. Aqui, vale lembrar que a hora do tuíte reflete o horário de quem está lendo, não do próprio autor. Mesmo assim, é necessária a inclusão desse dado no trabalho. Ficaria como a imagem abaixo:
Pode-se notar que o link para o tuíte não precisa ser incluído, o que não é estranho, já que as mensagens podem não durar muito tempo no arquivo do microblog. Aqui, vale lembrar que, se o nome do autor é desconhecido, não há a necessidade de inclusão do nome real da pessoa.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Página da Cidadania

O acesso à informação é fundamental para o exercício pleno da democracia. Por isso, o Instituto Millenium criou a “Página da Cidadania”, que reúne sites com dados e serviços importantes para os cidadãos. Ali, você pode acompanhar a aprovação de projetos de leis, os orçamentos governamentais, a arrecadação e aplicação dos impostos e muitos outros temas relacionados à administração pública. Acompanhar e fiscalizar as instituições públicas inibe distorções do sistema democrático, como a corrupção.


A divulgação de dados do governo é feita por vários sites, como o da Controladoria Geral da União (CGU) e do Banco Central.


Outros sites, como o do Observatório da Corrupção e o Siga Brasil, são instrumentos da sociedade civil para o monitoramento das instituições públicas. Neles, o cidadão pode se informar e também participar, validando ou incluindo informações.


Aí estão também sites nos quais os cidadãos podem protestar ou reclamar seus direitos, como o Movimento Hora de Agir e o Reclame Aqui.


Para que mais pessoas tenham acesso a esses instrumentos para o exercício da cidadania, compartilhe esta página. Queremos sua participação. Se você conhece outros sites similares a estes, envie-nos sua sugestão. 


Conheça, acompanhe, compartilhe, informe-se: exercite a cidadania.

Fonte: Instituto Millenium